Fundos Imobiliários: quais os principais tipos?


Os Fundos de Investimento Imobiliário (FII) são formados por grupos de investidores com o objetivo de aplicar recursos em diversos tipos de investimentos imobiliários, seja no desenvolvimento de empreendimentos ou em imóveis já prontos, como edifícios comerciais, shopping centers e hospitais. O objetivo é conseguir retorno pela exploração de locação, arrendamento, venda do imóvel e demais atividades do setor.


O FII pode ser considerado uma das melhores aplicações a fim de diversificar a carteira de investimentos e ir além da renda fixa. Há diversos fundos imobiliários. A escolha vai depender da sua estratégia, metas financeiras, prazo, perfil e riscos envolvidos. No texto de hoje, vamos falar dos três principais tipos. Fique com a gente.


Fundos de renda

Visto como formas de fundo imobiliário menos arriscado, os Fundos de Renda são aqueles em que os gestores compram ou constroem imóveis para alugar. O foco, geralmente, é em empresas de médio e grande porte, tais como: shopping; lajes corporativas (imóveis de alto padrão); galpões industriais para centros e distribuição de grandes varejistas, indústrias ou empresas de logística; agências bancárias; escolas e universidades; hospitais, hotéis e flats e

imóveis residenciais para pessoas físicas.


A renda líquida dos aluguéis, que pode ser fixa ou atrelada à receita do locatário, é distribuída entre os investidores (cotistas). Pelo investimento, os contratos tendem a ser longos, conferindo maior segurança. Para manter o fluxo de renda e evitar o risco de ver os imóveis vagos, é importante investir em fundos com boa diversificação de locatários.


Fundos de compra e venda

Já os Fundos de Compra e Venda têm um risco maior, já que envolve várias transações. O objetivo é comprar imóveis quando os preços estão mais baixos e com sinais de valorização no futuro para depois vendê-los por valores maiores.


Para isso, é preciso conhecer bem o mercado, bem como os fatores que influenciam os preços — local do imóvel, riscos ambientais, arredores, desempenho da economia. Pelas oscilações, é mais indicado para perfis de investidores arrojados e dispostos a arriscar mais. Uma boa estratégia de diversificação é combinar a compra e venda com o aluguel.


Fundos de desenvolvimento

Seguindo pela linha de riscos mais altos, os Fundos de Desenvolvimento também têm potencial de ganhos mais elevados. Consistem na compra de terrenos para construir empreendimentos e vendê-los ou alugá-los mais tarde. São semelhantes às empresas de construção civil.


Os riscos podem surgir do embargo nas obras ou do próprio gerenciamento da construção, de imprevistos com o orçamento, problemas com licenças ambientais ou atrasos na entrega. Gestores devem ser rígidos com prazos, custos e todas as etapas do projeto.



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